Para reduzir custos, Volkswagen quer cortar versões

O escândalo do Dieselgate pode alcançar cifras de quase US$ 40 bilhões em perdas, multas, compensações e correções nos carros com motores diesel EA 189 (1.2, 1.6 e 2.0 TDI), além do V6 3.0 TDI.

Para reduzir custos a fim de quitar essa dívida com o consumidor e com os governos dos países mais afetados, a Volkswagen quer cortar a quantidade de versões e opções de equipamento e acabamento.

O assunto já vinha sendo elaborado antes mesmo da crise, quando a Volkswagen buscava aumentar a rentabilidade, mas agora virou prioridade. A operação nesse caso não será fácil, dada a complexidade da enorme gama da marca alemã e sua infinidade de pacotes, especialmente de opcionais.

Com essa manobra, a Volkswagen espera cortar anualmente quase € 2 bilhões e também evitar demissões. Outra ação é rever os salários mais altos da companhia, um corte que beneficiará as contas da empresa ao longo dos anos. Por ano, a montadora também deixará de investir € 1 bilhão.

 

Fonte: http://goo.gl/EUv5F4

Volkswagen apresentará inédito sedã de baixo custo em fevereiro de 2016

 

O mistério criado pela imprensa da Índia em torno do lançamento de um sedã de baixo custo por parte da Volkswagen já tem data marcada para ser encerrado. Conforme revelado pela divisão local da marca nesta semana, o inédito três-volumes de porte compacto será publicamente apresentado no Auto Expo 2016, programado para acontecer no próximo mês de fevereiro. Detalhes sobre o modelo ainda são restritos, mas tudo indica que ele será baseado na plataforma do Polo e terá menos de 4 metros de comprimento.

 

O tamanho reduzido é proposital, já que há grandes vantagens no recolhimento de impostos locais (cerca de 12% do valor total de veículo, contra 30% dos modelos convencionais). Dessa forma, as proporções colocarão o compacto frente à frente com rivais como Honda Amaze, Hyundai XCent, Suzuki Dzire e Ford Figo Aspire. A meta da VW é acompanhar o franco crescimento desta categoria (da ordem de 30%) e ampliar a participação no mercado indiano para além dos atuais 2%.

Fonte: http://goo.gl/4d5c4k