IoT no trânsito

O crescimento das metrópoles aumenta a cada dia a preocupação dos governantes e da população em relação ao trânsito. A realidade do trânsito caótico de São Paulo, por exemplo, se torna cada vez menos um caso isolado, o que se pode concluir ao observar outras cidades menores que já tem o trânsito cada dia mais complicado.

Sendo esse um dos empecilhos à produtividade e, de certa forma, um impedimento à melhora da qualidade de vida da população, devem-se buscar novas soluções para as cidades. E a Internet das Coisas (IoT) tem se demonstrado uma saída promissora para diversos problemas no trânsito.

Veja 3 formar de atuação da Internet das Coisas no Trânsito:

Controle do tráfego

A Internet das Coisas permite o aperfeiçoamento das tecnologias utilizadas no controle do trânsito, como o monitoramento por vídeo e os radares. Ferramentas e sensores são capazes de reconhecer placas de veículos e fornecer dados sobre o fluxo em determinado local, permitindo a adoção de medidas para controlá-lo.

Identificação dos pontos de engarrafamento

Sistemas conectados a GPS de automóveis ou até mesmo a smartphones trazem informações sobre os locais e horários com maior engarrafamento. Com esses dados, a Administração Pública é capaz de planejar rotas alternativas ou outras formas de desobstrução do trânsito.

Melhoria do transporte público

As tecnologias de Internet das Coisas geram dados sobre a população e suas necessidades de locomoção, imprescindíveis para que os governos identifiquem as melhorias necessárias no transporte público, fazendo com que a população tenha motivos para deixar o carro em casa e optar por ônibus ou metrôs.

Com o avanço das tecnologias de IoT, será possível vislumbrar muitas outras formas de controle do trânsito, um ponto crucial para tornar as cidades mais inteligentes e sustentáveis, além de melhorar a qualidade de vida.

Fontes: NetService e AB2L

Telemetria e gestão de frotas são aliadas do transporte público

Minimizar os impactos do trânsito, que só aumenta nas cidades, tem sido um desafio cada vez maior. Quem sofre as consequências do lotamento das vias é principalmente quem depende do transporte coletivo.

Frequentemente, ônibus quebram ou demoram muito para realizar determinados percursos.

A resposta para esse impasse pode ser a tecnologia. Veja como a telemetria e a gestão de frotas podem ajudar a melhorar o transporte público no Brasil.

Melhora da mobilidade e da qualidade de vida

As tecnologias permitem monitorar as condições de operação dos veículos, estabelecer tempo previsto para percorrer distâncias e gerenciar tempo de parada, facilitando a fluidez no trânsito. Assim, as trajetórias tendem a ser mais rápidas.

Economia de combustível

Com a gestão das frotas de ônibus, o consumo de combustível pode cair até 10%. Os veículos também operam de forma mais eficiente e reduz-se a emissão de carbono, minimizando os impactos no meio ambiente.

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Diminui a necessidade de manutenção

A telemetria permite o monitoramento das condições dos veículos, de forma que medidas podem ser tomadas para que possíveis falhas sejam corrigidas. Os veículos também sofrem menos desgaste, que contribui para que as manutenções sejam menos necessárias.

Como se pode perceber, à medida em que as cidades vão de modernizando, a tecnologia se faz mais necessária para lidar com os diversos dilemas que vão surgindo. É preciso olhar para os problemas urbanos e contar com as ferramentas de que dispomos para minimizá-los.

Leia também: Redução de custos: quatro dicas para economizar com a manutenção da frota de veículos

A Suntech conta com tecnologia de ponta em telemetria e gestão de frotas, que pode contribuir com os mais complexos desafios urbanos. Entre em contato para saber mais sobre as nossas soluções!

Fonte: iPNews

Multas em rodovias estaduais crescem 11,1% em um ano

O número de multas aplicadas nas rodovias estaduais que cortam a região metropolitana de São Paulo cresceu 11,1% nos primeiros quatro meses deste ano na comparação com o mesmo período de 2016. Segundo o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) do Estado de São Paulo, entre janeiro e abril deste ano, foram registradas 869,6 mil infrações de trânsito, contra 782,7 mil notificadas em 2016.
As penalidades são registradas por radares e por irregularidades apontadas por policiais militares rodoviários. Na maior parte dos casos, as multas dizem respeito a identificação de velocidade acima da permitida nas rodovias.
A Secretaria Estadual de Logística e Transportes informou que os equipamentos de fiscalização são implantados após a realização de estudos técnicos que apontam onde há ocorrência de excesso de velocidade, por ser o fator que gera maior número de acidentes.”Os radares são implantados para aumentar a segurança dos motoristas e usuários das rodovias“, informou por meio de nota.
As multas por excesso de velocidade possuem valores de cobrança diferentes de acordo com o limite de velocidade excedido e podem variar de R$ 130,16 a R$ 880,41, dependendo do limite ultrapassado.
estrada que registrou maior elevação no número de infrações foi a Ayrton Senna, onde os números mais que dobraram e passaram de 13,5 mil multas em 2016, para 32 mil neste ano. Já nas rodovias Anchieta e Imigrantes, a elevação foi de 15,6% e 7,9%, respectivamente.
Queda
A única rodovia que registrou queda no número de penalidades foi a Bandeirantes. Na pista, foram registradas 128,7 mil infrações no ano passado, contra 113,5 mil neste ano, uma diminuição de 11,8%.
Fonte: Destak Jornal

Novas regras para transporte de produtos perigosos entram em vigor neste mês de julho

Neste mês de julho começam a valer as novas regras para o transporte de produtos perigosos. As normas estão previstas na resolução 5.232/2016 da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). 
Segundo o coordenador substituto de Fiscalização Especial da agência, Andrei Rodrigues, entre as mudanças que se destacam em relação à resolução anterior (420/2004) estão a inclusão de elementos considerados perigosos. “A indústria química criou novos produtos que não constam na resolução mais antiga”, explica Andrei. Ele destaca que o novo texto está de acordo com o Orange Book, que trata das principais recomendações da ONU (Organização das Nações Unidas) para esse tipo de transporte. Andrei ressalta, também, novas exigências sobre embalagens e alterações em nomenclaturas. 
É considerado produto perigoso todo aquele que representa risco à saúde das pessoas, ao meio ambiente ou à segurança pública, seja ele encontrado na natureza ou produzido por qualquer processo. Por isso o deslocamento desse tipo de carga deve atender a regras específicas, fixadas pela ANTT, que se referem a adequação, marcação e rotulagem de embalagens, sinalização das unidades de transporte e documentação.

Principais cuidados

Ao realizar esse tipo de transporte, os condutores devem estar atentos a alguns aspectos, como: condições de pneus, freios e iluminação; existência de vazamento; como a carga está posicionada; e se não está transportando produtos perigosos juntamente com outros para consumo humano ou animal, ou que sejam incompatíveis, com risco de gerar reação química. 

Os veículos também precisam estar adequadamente sinalizados. “Em caso de acidente, cada tipo de produto exige um cuidado diferenciado. A sinalização adequada ajuda na remoção imediata de alguma vítima”, esclarece Andrei.  

Além da resolução 5.232/2016 (que substitui a 420/2004), o transporte de produtos perigosos também está regulamentado pela 3.665/2011, também da ANTT. O descumprimento das exigências acarreta multas, que variam de R$ 400 a R$ 1.000, mas que podem ser cumulativas, de acordo com a infração identificada. 

Capacitação

Motoristas que conduzem caminhões utilizados no transporte de cargas perigosas necessitam de uma capacitação específica. O SEST SENAT é uma instituição autorizada para a formação desses transportadores. São oferecidos os cursos Especializado para Condutores de Veículos de Transportes Perigosos, com carga horária de 50 horas, e Atualização para Condutores de Veículos de Transportes Perigosos, de 16 horas. 

Fonte: Confederação Nacional de Transporte

 

Dispositivo nos EUA aponta se o celular foi a causa de acidente

O uso de celulares e smartphones por motoristas já representam riscos de acidente tão grandes quanto o alcoolismo. E se para o último problema já existem os bafômetros, para o primeiro está sendo desenvolvido um aparelho chamado provisoriamente de “textalyzer”.

O dispositivo foi criado pela empresa israelense Cellebrite, a mesma que se uniu ao FBI (polícia federal dos Estados Unidos) para quebrar a criptografia do iPhone. De acordo com uma proposta de legislação em Nova York, a tecnologia seria usada pela polícia para identificar se pessoas envolvidas em acidentes estavam fazendo o uso do celular momentos antes da ocorrência – principalmente as mensagens de texto, que tiram uma das mãos do volante e desviam a atenção do condutor.

Para fazer tal identificação, a pessoa teria que entregar seu celular para ele ser submetido a testes com o “textalyzer”. Algo parecido ao que ocorre quando um motorista bêbado envolvido num acidente de trânsito é chamado a fazer o teste do bafômetro. Para não interferir nos direitos de privacidade, o dispositivo não teria acesso às conversas, contatos, números, fotos e outros dados do smartphone dos motoristas – apenas registraria seu uso instantes antes do acidente. Quando for necessária uma investigação mais aprofundada, exigindo mandado, a tecnologia ainda detalharia se o uso do aparelho foi feito sem as mãos (por comandos de voz).

Se o motorista for pego e se recusar a fazer o teste com o “textalyzer”, ele terá sua habilitação suspensa e seu direito de dirigir revogado. A proposta de lei tem a intenção de conscientizar e punir da mesma forma quem dirige embriagado a quem utiliza o smartphone ao volante. Caso seja aprovada, a nova lei consideraria que houve um “consentimento implícito” (assumindo o risco de causar eventuais acidentes) por parte dos motoristas que dirigirem distraídos por conta do uso de smartphones e similares.

Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, a cada dia nove pessoas morrem e mais de 1.153 são feridos por causa de acidentes gerados por condução distraída – o que representa 20% dos acidentes deste tipo.

 

Fonte: http://goo.gl/w095YJ