Vendas de caminhão devem crescer em 2019

Segundo a Anfavea, o aumento será de 15%

A notícia é boa para o mercado de transportes no Brasil. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, as vendas de caminhões devem crescer mais de 15% neste ano.

A projeção também estima que o volume de unidades vendidas irá superar os 88 mil caminhões. Já em relação às vendas domésticas, é esperado um aumento de 11,4%, o que representa 2,86 milhões de veículos.

Para a exportação a notícia já não é tão boa. A Associação prevê uma queda de 6,2%, ou seja, um embarque de 590 mil carros, ônibus e caminhões.

No entanto, a produção deve expandir 9%, representando a fabricação de 3,14 milhões automóveis no país. Apesar do crescimento, a expectativa é ainda menor que a do ano passado, quando a instituição calculou um aumento de 46,3% somente para as vendas.

Veja como foi o ano de 2018, segundo a Anfavea:

  • 2,88 milhões de veículos produzidos (aumento de 9,1% em comparação a 2017)
  • 2,7 milhões de veículos fabricados (entre carros, ônibus e caminhões)
  • 629,2 mil veículos exportados (queda de 17,9% em comparação a 2017)

Economize combustível com as nossas dicas

Confira 5 passos para reduzir os custos com frotas de caminhão

Não é nenhuma novidade que o gasto mais recorrente com caminhões é o combustível. Os valores podem até mesmo prejudicar as contas no final de cada mês. No entanto, com algumas práticas simples, é possível economizar e conseguir rodar mais quilômetros com um tanque cheio.

Confira as nossas dicas:

1 – Abasteça apenas em postos de confiança

Muitas vezes, a falta de planejamento na estrada faz com que o veículo tenha que parar em postos sem bandeira ou desconhecidos, correndo o risco de ser abastecido com combustíveis adulterados. Além de já perder o valor pago, o motorista pode ter outras complicações financeiras, como problemas técnicos no caminhão.

Por isso, frequente apenas postos de sua confiança.

2 – Mantenha os pneus sempre calibrados

Pneus descalibrados podem fazer com que o caminhão trabalhe mais, gerando um esforço desnecessário. Isso irá secar o seu tanque mais rapidamente. Então sempre confira a calibragem antes de pegar estrada!

3 – Nunca dirija em ponto morto

A ideia de que dirigir em ponto morto reduz gastos com gasolina é mito!

O efeito é oposto: o seu caminhão irá consumir ainda mais. Por isso, faça o uso correto das marchas se você quer chegar mais longe, gastando menos.

4 – Faça a manutenção periodicamente

Mesmo precisando pagar por ela, a manutenção preventiva irá reduzir os gastos com gasolina, gerar menos problemas técnicos no caminhão e evitar acidentes.

Fazendo as contas, fazer manutenção periodicamente tem um ótimo custo/benefício tanto para as empresas como para os motoristas.

5 – Planeje a rota e consulte um GPS

Mesmo se o caminho já for um velho conhecido, é importante consultar um GPS e planejar a rota. Muitas vezes, desvios ou trânsitos podem aumentar o tempo de viagem, levando a um maior consumo de combustível pelo caminhão, fazendo, assim, o dinheiro ir embora.

Portanto, antes de sair de viagem, verifique quais são as melhores rotas para aquele horário. Opte por caminhos de menor congestionamento e distância.

 

Projeto obriga postos a informar diferença de preços entre gasolina e etanol

A Câmara dos Deputados analisa proposta que obriga os postos de gasolina a informar a diferença entre os preços da gasolina e do álcool calculada em percentuais.

A medida está prevista no Projeto de Lei 4525/16, do deputado Arthur Virgílio Bisneto (PSDB-AM). De acordo com o texto, essa relação entre os dois combustíveis deve estar exposta em local visível no painel de preços. A ideia, segundo o parlamentar, é que o consumidor possa optar pelo produto mais econômico no momento de abastecer os veículos do tipo flex fuel.

“Caso o preço do álcool seja, no máximo, igual a 70 % do preço da gasolina é mais vantajoso o abastecimento do veículo com etanol”, disse Virgílio Bisneto. “Muitas vezes por falta de informação da relação entre os preços dos dois combustíveis, o consumidor acaba optando pelo combustível menos econômico”, acrescentou.

Tramitação
A proposta será analisada de forma conclusiva (rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do plenário) pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Quais são os riscos de rodar com o combustível na reserva?

Acabar o combustível no meio do caminho é uma situação que todos desejam evitar, ainda que o seguro do carro possa dar uma mãozinha com o reboque e resolver o problema. Mas o simples fato de dirigir um automóvel após o tanque entrar na reserva já pode trazer diversos problemas.

A quantidade ideal para o combustível em reserva varia de acordo com cada modelo de carro, mas a média recomendada é entre 5 e 8 litros. Em geral, carros 1.0 têm essa média em 5 litros. E isso não se trata de um tanque extra, mas sim, da quantidade ideal para o carro andar com segurança sem aviso de pouco combustível. Ou seja, quando o alerta acende, é realmente hora de pôr combustível.

Diferente do que muitas pessoas pensam, esse tanque reserva deve ser utilizado apenas em casos de emergência. Utilizá-lo de forma recorrente traz o risco de pane seca, infração de trânsito com multa de R$ 85,13, diminuição de 4 pontos na carteira e carro guinchado, dependendo do local.

Danos causados pela falta de combustível suficiente

A pane seca e multa não são os únicos problemas que andar com o tanque na reserva pode trazer. A bomba do combustível também pode sair prejudicada, pois, como ela fica dentro do tanque, o líquido que fica em seu interior serve para resfriá-la, logo, se o tanque fica vazio, a bomba pode ficar superaquecida.

Outro problema do tanque quase vazio é o fato de que a pouca quantidade de líquido “concentra” as impurezas. Esses resíduos podem ser aspirados pelo sistema de combustível e acabam prejudicando os componentes posteriores, como tapar o filtro ou mesmo obstruir a bomba, por exemplo.

Se a bomba parar de funcionar, ela precisará ser trocada. Isso pode ser feito de maneira rápida por uma empresa especializada e parceira do seguro do automóvel. Essa é a melhor opção, pois, normalmente as seguradoras somente têm convênio apenas com oficinas que respondem a padrões de qualidade pré-estabelecidos.

E, caso as impurezas passem pelo filtro, bomba e demais sistemas intermediários, ela pode ir parar nos bicos injetores e câmeras de combustão. Nesses casos, é necessário abrir o bloco do motor e realizar uma limpeza muito mais profunda e complicada, sem falar do custo, que é bem maior do que a troca de um filtro.

Para completar, situações que demandam esforço do automóvel, como ladeiras muito íngremes, freadas bruscas ou curvas acentuadas, aumentam ainda mais a chance de falhas no motor por causa da entrada de ar na linha de combustível, caso o tanque esteja em nível baixo.

Para nunca sofrer com uma falta de combustível inesperada, é recomendado imaginar que o limite de combustível é cerca de 1/4 de seu limite. Ao atingir esse nível, não deixe de abastecer e se poupar de todos esses problemas. E, para auxiliar em outros possíveis momentos que saiam do controle, o seguro do veículo é essencial. Esperamos que a partir de hoje você mantenha seu tanque sempre acima do mínimo!

 

Fonte: https://goo.gl/jY6Nnx

DF: Polícia Federal faz operação para acabar com cartel de combustíveis

Uma operação da Polícia Federal, chamada Operação Dubai, desmascarou um cartel de donos de postos de combustíveis que vinha agindo desde 1994, cobrando preços 20% maiores no Distrito Federal e Entorno.

O percentual sobretaxado era referente à gasolina, mas o etanol era ainda mais inflado, a fim de impedir sua entrada na região, obrigando os motoristas a abastecerem com o derivado de petróleo encarecido.

O grupo movimentava R$ 1 bilhão por ano vendendo 1,1 milhão de litros de gasolina por dia, cujo lucro diário chegava a R$ 800 mil. O cartel ditava os preços e quem não seguia era até perseguido. A PF fez sete prisões preventivas, 25 conduções para depoimentos e 44 buscas e apreensões de documentos.

A máfia instalada fazia com que o consumidor brasiliense pagasse R$ 50 de gasolina, mas levasse para casa apenas R$ 35. Ou seja, 20% de lucro abusivo sobre o preço de mercado, tornando o combustível no DF um dos mais caros do país. Nesse período, o etanol sempre era mantido acima de 70% do valor da gasolina, exatamente para deixar de fora o derivado da cana.

Fonte: Correio Braziliense: http://goo.gl/RVzeCf

Motorista precisa ficar atento ao tentar trocar o álcool pela gasolina: preço não tem compensado

O etanol pegou carona no aumento da gasolina e está encurralando os motoristas que pensavam em fazer do álcool uma alternativa ao preço salgado dos demais combustíveis. Dos 77 postos visitados pelo Diário Gaúcho e a Zero Hora na última terça-feira, 47 comercializavam o produto mas, em nenhum deles o valor do litro do álcool compensava a compra em relação ao litro da gasolina comum.

A média de preço é de R$ 2,66 e chega a 76% do valor do preço médio da gasolina na pesquisa, de R$ 3,48. Para valer a pena, o litro do etanol não poderia custar mais do que R$ 2,40. Como a gasolina rende 40% a mais no tanque, o preço do etanol não pode ultrapassar em 70% o do litro da gasolina.

Saiba até quanto vale andar em busca da gasolina mais barata

Para complicar, nos últimos dez dias, além da gasolina, reajustada em 1º de outubro pela Petrobras, o etanol também subiu de preço. Embora não tenha sido oficial, o aumento já é admitido pelas distribuidoras. O diretor-executivo do Procon-RS, Cauê Vieira, afirma que o acréscimo ficou entre 7% e 8%. 

A justificativa das distribuidoras, ao serem questionadas pelo órgão, envolve a falta de chuva em São Paulo que afeta a colheita de cana-de-açúcar, matéria-prima do insumo e que acabou afetando sua produção. O estoque já comprometido foi afetado ainda mais pelo reajuste da gasolina, que acaba influenciando o aumento da venda de etanol.

Repasse inevitável

O levantamento da Agência Nacional de Petróleo (ANP) mostra que o litro do etanol em Porto Alegre subiu de R$ 2,46, na semana entre 13 e 19 de setembro, para R$ 2,64, dos dias entre 4 e 10 de outubro. São R$ 0,18 em quatro semanas, um acréscimo de 7,3%. 

O preço do etanol não anima o motorista Ricardo Soares, 33 anos, a sequer calcular se vale ou não a pena trocar de combustível. Para ele, que tem carro flex mas nunca abasteceu com etanol, é tão automático usar gasolina que só o valor do álcool estando muito atrativo para convencê-lo a mudar de hábito:

— O etanol teria que estar muito mais barato para eu abastecer.

Os gerentes dos postos contatados pela reportagem garantem que estão pagando mais caro também pelo etanol, o que torna inevitável o repasse para o valor final. Em alguns postos, o aumento foi de R$ 0,20 em uma semana, o mesmo ritmo de acréscimo do litro da gasolina assim que o reajuste foi anunciado.

Fonte: http://goo.gl/xtPnZN