Economize combustível com as nossas dicas

Confira 5 passos para reduzir os custos com frotas de caminhão

Não é nenhuma novidade que o gasto mais recorrente com caminhões é o combustível. Os valores podem até mesmo prejudicar as contas no final de cada mês. No entanto, com algumas práticas simples, é possível economizar e conseguir rodar mais quilômetros com um tanque cheio.

Confira as nossas dicas:

1 – Abasteça apenas em postos de confiança

Muitas vezes, a falta de planejamento na estrada faz com que o veículo tenha que parar em postos sem bandeira ou desconhecidos, correndo o risco de ser abastecido com combustíveis adulterados. Além de já perder o valor pago, o motorista pode ter outras complicações financeiras, como problemas técnicos no caminhão.

Por isso, frequente apenas postos de sua confiança.

2 – Mantenha os pneus sempre calibrados

Pneus descalibrados podem fazer com que o caminhão trabalhe mais, gerando um esforço desnecessário. Isso irá secar o seu tanque mais rapidamente. Então sempre confira a calibragem antes de pegar estrada!

3 – Nunca dirija em ponto morto

A ideia de que dirigir em ponto morto reduz gastos com gasolina é mito!

O efeito é oposto: o seu caminhão irá consumir ainda mais. Por isso, faça o uso correto das marchas se você quer chegar mais longe, gastando menos.

4 – Faça a manutenção periodicamente

Mesmo precisando pagar por ela, a manutenção preventiva irá reduzir os gastos com gasolina, gerar menos problemas técnicos no caminhão e evitar acidentes.

Fazendo as contas, fazer manutenção periodicamente tem um ótimo custo/benefício tanto para as empresas como para os motoristas.

5 – Planeje a rota e consulte um GPS

Mesmo se o caminho já for um velho conhecido, é importante consultar um GPS e planejar a rota. Muitas vezes, desvios ou trânsitos podem aumentar o tempo de viagem, levando a um maior consumo de combustível pelo caminhão, fazendo, assim, o dinheiro ir embora.

Portanto, antes de sair de viagem, verifique quais são as melhores rotas para aquele horário. Opte por caminhos de menor congestionamento e distância.

 

Brasileiros criam carro que roda mais de 300 km com apenas 1 litro de etanol

Todo mundo sabe que o preço dos combustíveis no Brasil não é nada amigável com o consumidor. Agora, imagine precisar de apenas de 1 litro de etanol (que custa em média R$ 2) para rodar mais de 300 km com um carro? É exatamente isso que um grupo de brasileiros está conseguindo fazer.

A inovação foi desenvolvida por estudantes paranaenses e chegou a ser testado já nos Estados Unidos em 2015. O veículo supereconômico é capaz de percorrer até 316 km com apenas um litro. Para efeito de comparação, essa é a distância aproximada entre as cidades de Ribeirão Preto e São Paulo. E não para por aí. A meta é que o veículo possa rodar por 400 km.

Para conseguir essa autonomia, os pesquisadores analisaram que os veículos precisariam passar por algumas modificações, inclusive estéticas. Segundo a análise, a redução do atrito do carro com o ar e o solo, a aerodinâmica e o uso de materiais que deixam o carro mais automóvel mais leve, como fibra de carbono, foram essenciais para atingir os resultados.

Por essa razão, o veículo é completamente diferente dos modelos existentes atualmente. Com formato cilíndrico, ele se chama Popygua e tem design que lembra uma espiga de milho. Ele também é incrivelmente baixo, como pode ser visto na imagem a seguir.
Já em termos de potência, o veículo precisa rodar na velocidade mínima de 30 km/h para conseguir economizar o combustível.
Via Olhar Digital

Projeto obriga postos a informar diferença de preços entre gasolina e etanol

A Câmara dos Deputados analisa proposta que obriga os postos de gasolina a informar a diferença entre os preços da gasolina e do álcool calculada em percentuais.

A medida está prevista no Projeto de Lei 4525/16, do deputado Arthur Virgílio Bisneto (PSDB-AM). De acordo com o texto, essa relação entre os dois combustíveis deve estar exposta em local visível no painel de preços. A ideia, segundo o parlamentar, é que o consumidor possa optar pelo produto mais econômico no momento de abastecer os veículos do tipo flex fuel.

“Caso o preço do álcool seja, no máximo, igual a 70 % do preço da gasolina é mais vantajoso o abastecimento do veículo com etanol”, disse Virgílio Bisneto. “Muitas vezes por falta de informação da relação entre os preços dos dois combustíveis, o consumidor acaba optando pelo combustível menos econômico”, acrescentou.

Tramitação
A proposta será analisada de forma conclusiva (rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do plenário) pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Quais são os riscos de rodar com o combustível na reserva?

Acabar o combustível no meio do caminho é uma situação que todos desejam evitar, ainda que o seguro do carro possa dar uma mãozinha com o reboque e resolver o problema. Mas o simples fato de dirigir um automóvel após o tanque entrar na reserva já pode trazer diversos problemas.

A quantidade ideal para o combustível em reserva varia de acordo com cada modelo de carro, mas a média recomendada é entre 5 e 8 litros. Em geral, carros 1.0 têm essa média em 5 litros. E isso não se trata de um tanque extra, mas sim, da quantidade ideal para o carro andar com segurança sem aviso de pouco combustível. Ou seja, quando o alerta acende, é realmente hora de pôr combustível.

Diferente do que muitas pessoas pensam, esse tanque reserva deve ser utilizado apenas em casos de emergência. Utilizá-lo de forma recorrente traz o risco de pane seca, infração de trânsito com multa de R$ 85,13, diminuição de 4 pontos na carteira e carro guinchado, dependendo do local.

Danos causados pela falta de combustível suficiente

A pane seca e multa não são os únicos problemas que andar com o tanque na reserva pode trazer. A bomba do combustível também pode sair prejudicada, pois, como ela fica dentro do tanque, o líquido que fica em seu interior serve para resfriá-la, logo, se o tanque fica vazio, a bomba pode ficar superaquecida.

Outro problema do tanque quase vazio é o fato de que a pouca quantidade de líquido “concentra” as impurezas. Esses resíduos podem ser aspirados pelo sistema de combustível e acabam prejudicando os componentes posteriores, como tapar o filtro ou mesmo obstruir a bomba, por exemplo.

Se a bomba parar de funcionar, ela precisará ser trocada. Isso pode ser feito de maneira rápida por uma empresa especializada e parceira do seguro do automóvel. Essa é a melhor opção, pois, normalmente as seguradoras somente têm convênio apenas com oficinas que respondem a padrões de qualidade pré-estabelecidos.

E, caso as impurezas passem pelo filtro, bomba e demais sistemas intermediários, ela pode ir parar nos bicos injetores e câmeras de combustão. Nesses casos, é necessário abrir o bloco do motor e realizar uma limpeza muito mais profunda e complicada, sem falar do custo, que é bem maior do que a troca de um filtro.

Para completar, situações que demandam esforço do automóvel, como ladeiras muito íngremes, freadas bruscas ou curvas acentuadas, aumentam ainda mais a chance de falhas no motor por causa da entrada de ar na linha de combustível, caso o tanque esteja em nível baixo.

Para nunca sofrer com uma falta de combustível inesperada, é recomendado imaginar que o limite de combustível é cerca de 1/4 de seu limite. Ao atingir esse nível, não deixe de abastecer e se poupar de todos esses problemas. E, para auxiliar em outros possíveis momentos que saiam do controle, o seguro do veículo é essencial. Esperamos que a partir de hoje você mantenha seu tanque sempre acima do mínimo!

 

Fonte: https://goo.gl/jY6Nnx

DF: Polícia Federal faz operação para acabar com cartel de combustíveis

Uma operação da Polícia Federal, chamada Operação Dubai, desmascarou um cartel de donos de postos de combustíveis que vinha agindo desde 1994, cobrando preços 20% maiores no Distrito Federal e Entorno.

O percentual sobretaxado era referente à gasolina, mas o etanol era ainda mais inflado, a fim de impedir sua entrada na região, obrigando os motoristas a abastecerem com o derivado de petróleo encarecido.

O grupo movimentava R$ 1 bilhão por ano vendendo 1,1 milhão de litros de gasolina por dia, cujo lucro diário chegava a R$ 800 mil. O cartel ditava os preços e quem não seguia era até perseguido. A PF fez sete prisões preventivas, 25 conduções para depoimentos e 44 buscas e apreensões de documentos.

A máfia instalada fazia com que o consumidor brasiliense pagasse R$ 50 de gasolina, mas levasse para casa apenas R$ 35. Ou seja, 20% de lucro abusivo sobre o preço de mercado, tornando o combustível no DF um dos mais caros do país. Nesse período, o etanol sempre era mantido acima de 70% do valor da gasolina, exatamente para deixar de fora o derivado da cana.

Fonte: Correio Braziliense: http://goo.gl/RVzeCf