Multas em rodovias estaduais crescem 11,1% em um ano

O número de multas aplicadas nas rodovias estaduais que cortam a região metropolitana de São Paulo cresceu 11,1% nos primeiros quatro meses deste ano na comparação com o mesmo período de 2016. Segundo o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) do Estado de São Paulo, entre janeiro e abril deste ano, foram registradas 869,6 mil infrações de trânsito, contra 782,7 mil notificadas em 2016.
As penalidades são registradas por radares e por irregularidades apontadas por policiais militares rodoviários. Na maior parte dos casos, as multas dizem respeito a identificação de velocidade acima da permitida nas rodovias.
A Secretaria Estadual de Logística e Transportes informou que os equipamentos de fiscalização são implantados após a realização de estudos técnicos que apontam onde há ocorrência de excesso de velocidade, por ser o fator que gera maior número de acidentes.”Os radares são implantados para aumentar a segurança dos motoristas e usuários das rodovias“, informou por meio de nota.
As multas por excesso de velocidade possuem valores de cobrança diferentes de acordo com o limite de velocidade excedido e podem variar de R$ 130,16 a R$ 880,41, dependendo do limite ultrapassado.
estrada que registrou maior elevação no número de infrações foi a Ayrton Senna, onde os números mais que dobraram e passaram de 13,5 mil multas em 2016, para 32 mil neste ano. Já nas rodovias Anchieta e Imigrantes, a elevação foi de 15,6% e 7,9%, respectivamente.
Queda
A única rodovia que registrou queda no número de penalidades foi a Bandeirantes. Na pista, foram registradas 128,7 mil infrações no ano passado, contra 113,5 mil neste ano, uma diminuição de 11,8%.
Fonte: Destak Jornal

Noruega vai banir carros à gasolina até 2025

Está na hora de o futuro chegar: faz anos que temos tecnologia suficiente para banir carros movidos à gasolina, contudo “ninguém sabe” o motivo de isso ainda não ter acontecido. Então, quem está dando um grande passo é a Noruega, que pretende banir estes veículos até 2025 — além de proibir as suas vendas.
Como relata a imprensa local, via Electrek, o parlamento nacional norueguês está trabalhando em conjunto nesta medida — que ainda precisa ser aprovada. Especificamente, a ideia é que apenas “carros não poluentes” circulem no país. Atualmente, 24% da frota norueguesa já é composta por veículos elétricos.

Para tornar isso possível e continuar implementando uma “cultura verde”, a Noruega pretende investir mais de US$ 3 bilhões (R$ 10 bilhões) em fontes eólicas até 2020. Vale notar que 99% da energia utilizada no país é gerada por meio de hidrelétricas.
Quem gostou muito da notícia foi Elon Musk, CEO da Tesla Motors, que tweetou o seguinte: “Acabei de saber que a Noruega vai banir as vendas de novos veículos à gasolina em 2025. Que país incrível. Vocês arrasaram!”.

Fonte: Tec Mundo

Brasileiros criam carro que roda mais de 300 km com apenas 1 litro de etanol

Todo mundo sabe que o preço dos combustíveis no Brasil não é nada amigável com o consumidor. Agora, imagine precisar de apenas de 1 litro de etanol (que custa em média R$ 2) para rodar mais de 300 km com um carro? É exatamente isso que um grupo de brasileiros está conseguindo fazer.

A inovação foi desenvolvida por estudantes paranaenses e chegou a ser testado já nos Estados Unidos em 2015. O veículo supereconômico é capaz de percorrer até 316 km com apenas um litro. Para efeito de comparação, essa é a distância aproximada entre as cidades de Ribeirão Preto e São Paulo. E não para por aí. A meta é que o veículo possa rodar por 400 km.

Para conseguir essa autonomia, os pesquisadores analisaram que os veículos precisariam passar por algumas modificações, inclusive estéticas. Segundo a análise, a redução do atrito do carro com o ar e o solo, a aerodinâmica e o uso de materiais que deixam o carro mais automóvel mais leve, como fibra de carbono, foram essenciais para atingir os resultados.

Por essa razão, o veículo é completamente diferente dos modelos existentes atualmente. Com formato cilíndrico, ele se chama Popygua e tem design que lembra uma espiga de milho. Ele também é incrivelmente baixo, como pode ser visto na imagem a seguir.
Já em termos de potência, o veículo precisa rodar na velocidade mínima de 30 km/h para conseguir economizar o combustível.
Via Olhar Digital

Lei do Desmonte pode diminuir roubo de carros no Estado

Corretores de seguros de todo o Estado, autoridades de trânsito e de segurança pública locais e do interior, participam, nesta terça-feira, em Campo Grande, do Seminário “Lei do Desmonte, Acidentologia e Vitimação no Trânsito”, que será realizado a partir das 15h, no Bahamas Apart Hotel, no centro da Capital, para discutir a Lei Federal 12.977, de 2014, que trata da regularização da venda de peças usadas e prevê o cadastramento das oficinas de desmanche para comercialização de componentes.

Segundo a Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), a cada hora, um veículo é roubado ou furtado em Mato Grosso do Sul e, somente no ano passado, foram registrados 2.700 crimes dessa natureza no Estado. O objetivo da entidade é reverter este quadro com a aplicação da Lei do Desmonte, que pode reduzir em até 50% as estatísticas de roubos e furtos de veículos.

A lei está em vigor há dois anos, contudo, de acordo com a Fenacor, o Detran-MS (órgão responsável por seu cumprimento) não informou como é feito o controle das peças e dos ferros-velhos. A maioria dos estados brasileiros ainda não criou mecanismos para a implementação da lei. O resultado é um crescimento expressivo dos índices de roubos de automóveis. São ocorrências que interferem na vida da população e de suas famílias, expondo-os a uma sensação de insegurança e violência que poderia ser evitada.

A Fenacor destaca que o melhor exemplo da eficácia da lei acontece em São Paulo, onde o número de furtos de veículos caiu 11% e os roubos, 26%, no balanço de 2015 com a aplicação da legislação sobre o setor, em que os desmanches clandestinos são os grandes alvos, pois recebem as peças dos carros roubados, repassando-as por encomenda. Em São Paulo, foram fechados pela fiscalização 722 desmanches irregulares de 1.318 fiscalizados.

A Fenacor quer que este cenário se repita nos demais estados e seu presidente, autor da lei quando deputado federal, Armando Vergilio, alerta que “os criminosos e estabelecimentos clandestinos que foram fechados vão migrar para outros estados”. Ele também destaca o uso de carros roubados para troca por drogas ou transporte ilegal destas substâncias na Bolívia e Paraguai.

“Por ser uma região de fronteira, o Mato Grosso do Sul precisa de atenção redobrada para a Lei do Desmonte. Pessoas inocentes acabam sofrendo crimes por conta da ações de marginais ligados ao trafico internacional”, comenta.

Segurança

Segundo a Fenacor, milhares de acidentes acontecem pelo uso de peças inadequadas em veículos que foram avariados e restaurados. Com a Lei do Desmonte, a venda de peças usadas será regulamentada e controlada, incluindo selo de garantia do Inmetro. Além disso, apenas oficinas legalizadas e cadastradas pelos Detrans poderão comercializá-las. Desta forma, o problema será eliminado, com ganhos para a segurança viária.

A lei também traz benefícios ambientais, pois aproveita peças usadas e dá destino controlado para o que não pode ser reciclado, como pneus e resíduos dos fluídos dos veículos. Há, inclusive, a exigência de pisos especiais nas oficinas. Nos desmanches clandestinos, estes materiais são jogados no meio ambiente, contaminando rios e solo.

Reduzir custos

Com a mudança nos números de roubos, a Fenacor acredita em uma queda de aproximadamente 30% no valor das apólices de seguros e espera-se um aumento no número de contratos de seguros para carros com mais de cinco anos de fabricação. Mato Grosso do Sul tem uma frota de 1,4 milhão de veículos, sendo 910 mil com este tempo de uso.

O seminário é aberto à sociedade organizada e será realizado na Rua José Antônio, 1.117, centro da Capital.

Fonte: http://goo.gl/sCzK2c

Lei que obriga uso de farol baixo durante o dia pode reduzir acidentes, dizem especialistas

A lei que obriga todos os motoristas a transitarem com o farol baixo ligado durante o dia nas rodovias, sancionada nesta semana, pode reduzir o número de mortes no trânsito, segundo especialistas. A alteração no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) entrará em vigor em 8 de julho. Os motoristas têm 45 dias para se adaptarem à mudança. Depois disso, quem esquecer de ligar os faróis estará cometendo uma infração média.

Embora possa gerar mais custos para os motoristas, que terão de trocar as lâmpadas dos faróis com mais frequência, a mudança é elogiada por especialistas em trânsito. Isso porque o custo dessa manutenção é insignificante diante dos acidentes que ela pode evitar.

Fonte: http://goo.gl/pjpPPA

BMW vai lançar seu primeiro carro autônomo em 2021 Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/veiculos/bmw-vai-lancar-seu-primeiro-carro-autonomo-em-2021-66007/ O conteúdo do Canaltech é protegido sob a licença Creative Commons (CC BY-NC-ND). Você pode reproduzi-lo, desde que insira créditos COM O LINK para o conteúdo original e não faça uso comercial de nossa produção.

Durante um evento da empresa para acionistas, o CEO da BMW, Harald Krueger, mostrou algumas novidades do projeto do primeiro carro autônomo da fabricante alemã. O design parece ser baseado no modelo i8, mas ainda não foram revelados muitos detalhes sobre o veículo inovador. A imagem acima foi divulgada no começo do ano, e mostra um dos veículos conceito da empresa para a próxima linha Next, esse é o Vision Next 100.

O carro com direção autônoma vai ser totalmente elétrico e deve se chamar i Next, mas só vai ser lançado no mercado em cinco anos. A data de lançamento marcada para 2021 é um indicador importante de que os veículos autônomos só estarão prontos para o consumidor final no decorrer da próxima década.

“Em 2018 nós lançamos o BMW i8 Roadster. O BMW i Next será o lançamento seguinte, em 2021. Nosso novo carro inovador terá direção autônoma, conectividade digital, design inteligente e leve, interior renovado e, por fim, o objetivo de levar a próxima geração de carros elétricos para a estrada”, disse Krueger.

O lançamento da BMW tem tudo para ser um dos próximos concorrentes dos carros elétricos da Tesla Motors. A série “i”, composta pelos modelos i3 e i8, já tinha marcado a entrada da fabricante alemã no segmento de carros elétricos. Os lançamentos planejados para o futuro têm tudo para deixar o mercado cada vez mais concorrido.

 

Via: Engadget e The Verge

 

Carros terão cada vez mais alumínio para cumprir exigências ambientais

A quantidade de alumínio leve e reciclável em carros europeus subirá para 180 quilos em média até 2020 conforme montadoras buscam cortar emissões de carbono, disse um membro sênior da indústria de metais.

As metas globais de frear emissões de gases causadores do efeito estufa estão motivando a aderência ao alumínio em vez de outros metais mais pesados como o aço.

Espera-se que o uso de alumínio suba para 180 quilos por carro, em média, ante 140 quilos em 2012.

O crescimento de longo prazo deve vir de chapas laminadas e outros componentes extrudados, disse Gerd Gotz, diretor geral do órgão industrial European Aluminium, citando um novo estudo que confirma previsões feitas em 2012.

“Esse será o novo motor de crescimento na indústria que processa alumínio”, disse Gotz à Reuters em evento do setor em Cidade do Cabo.

Sob as metas obrigatórias da Comissão Europeia de 2015, fabricantes devem garantir que os carros que produzem não emitam mais de 130 gramas de gás carbônico por quilômetro, em média. Até 2021, a média deve cair a 95 gramas, com os limites de emissões baseados no peso dos carros.

Fonte: http://goo.gl/5u66cW

Contra a falta de autonomia dos carros elétricos, ruas elétricas

LONDRES – Na corrida para a construção de carros sem motoristas, o melhor é manter os olhos na estrada. Uma equipe formada por pai e filha criou o projeto Tracked Electric Vehicle, organização com sede na Escócia, no qual os carros movidos a bateria são recarregados enquanto trafegam por meio de uma faixa de metal embutida nas rodovias. O sistema é projetado para combater a preocupação dos consumidores em relação à autonomia. Eles temem que o carro elétrico possa ficar sem bateria antes de encontrar um lugar de recarga.

O programa chamou a atenção de construtoras do setor de infraestrutura como a ArcelorMittal, a OHL Group e a Heintzmann, que obtêm receitas com grandes obras públicas e entregaram ao projeto TEV o prêmio de melhor invenção do setor. Para o fundador do projeto, Will Jones, o sistema tem o potencial de manter os carros elétricos sem motorista na rua o tempo todo.

— É algo mágico — disse Jones, de 75 anos, dono de dezenas de patentes relacionadas à energia e também cofundador da fabricante de sistemas de baterias Philadelphia Scientific. — Se você alcança o contato direto, a densidade energética para carros movidos a baterias elétricas vai do inadequado ao infinito.

Seu TEV Project planeja construir sua primeira estrada de testes até o ano que vem a um custo estimado de US$ 1,2 milhão a US$ 1,8 milhão por milha, preço menor que o de uma rodovia tradicional. As empresas de infraestrutura estão observando o projeto com interesse.

— Como regra geral, as rodovias normais custam cerca de 30 vezes mais que o TEV Project — disse José Papi, presidente do conselho da Smart Transportation Alliance, a associação de empresas de infraestrutura que escolheu o TEV como melhor inovação. Seus custos por milha “são muito menores que o de qualquer outra ideia que já tenhamos visto”.

A TEV é uma organização sem fins lucrativos voltada a ajudar governos e empresas privadas a colaborarem entre si. Equipar todos os 264 mil quilômetros de rodovias federais dos EUA com a tecnologia poderia chegar a custar US$ 295 bilhões.

As rodovias do TEV Project teriam uma faixa de metal eletrificada embutida no meio da rodovia que forneceria uma fonte constante de energia ao veículo. Assim como os bondes e os trens do metrô nas cidades de hoje, os carros que trafegam em uma rodovia TEV poderiam ser recarregados enquanto trafegam. Jones descreve o conceito como uma fusão entre as ferrovias do século 19 e as rodovias do século XX para sustentar uma nova rede de transporte à base de energia limpa.

Há 1 bilhão de carros nas estradas do mundo atualmente e apenas 0,1% delas contam com tomadas de energia. As vendas de veículos elétricos aumentaram 60% no ano passado e crescerão outros 46% neste ano, segundo dados da Bloomberg New Energy Finance, e a frota dos EUA é formada por 460 mil veículos do tipo. A quantidade é bastante menor que a massa crítica necessária para conseguir apoio federal para a infraestrutura.

A Administração Federal de Rodovias dos EUA pediu cerca de US$ 49 bilhões no ano passado para cuidar do sistema rodoviário usado por um total estimado de 258 milhões de carros movidos a gasolina do país.

— A implementação de uma estrutura como a do TEV Project seria um significativo desafio de custo. Pode haver dificuldades também para conseguir que as fabricantes de automóveis colaborem entre si em termos de padrões para a conexão entre o veículo e a estrada que eles estão propondo — disse Colin McKerracher, chefe de análise de transporte avançado da BNEF.

Até o momento, a maior parte da pesquisa foi direcionada ao aumento da capacidade das baterias para ampliar a autonomia. Fabricantes como Tesla Motors e General Motor estão desenvolvendo baterias melhores para cobrir distâncias maiores.

Contudo, nem mesmo as melhores baterias podem funcionar sem as estações de recarga. Havia um total combinado de 160 mil estações públicas de recarga nos oito maiores mercados para carros elétricos do mundo, segundo os dados mais recentes. A infraestrutura de transporte ainda está tão orientada à gasolina que até mesmo o estado da Califórnia, nos EUA, tem mais de três postos de gasolina para cada estação de recarga elétrica.

— A infraestrutura de recarga é um obstáculo ao crescimento do mercado de veículos elétricos — disse McKerracher, que também pontuou que o alto custo dos carros elétricos continua sendo o principal impedimento.

O TEV está procurando desenvolver seu conceito na Universidade de Newcastle, no Norte da Inglaterra, onde ainda discute o financiamento para os próximos dois anos. Sua subvenção seria parcialmente financiada pela Innovate U.K., uma agência do governo.

 

Fonte: http://goo.gl/mziISK

Aplicativos ajudam a encontrar o combustível mais barato e vantajoso

O preço dos combustíveis subiu novamente no começo do ano em todo o país. O jeito é pesquisar e procurar os postos com os menores preços, e também entender se vale mais a pena abastecer com etanol ou gasolina. Selecionamos três aplicativos já disponíveis que te ajudam na tarefa.

Gazo

O app gratuito para iOS e Android (foto no topo da página) mostra quais os postos mais próximos de você e os preços da gasolina, etanol e diesel no local.  Ele permite também informar se o posto tem lava-rápido e se é aberto 24 horas. O usuário pode cadastrar seus postos favoritos, atualizar os preços e ganhar pontos com isso. Esses pontos poderão futuramente ser trocados por descontos nos postos cadastrados no serviço.

Gasnol

 

App Gazol
Gazol | Crédito: Reprodução

 

O Gasnol calcula qual o combustível mais vantajoso, etanol ou gasolina, conforme o preço praticado na região. O app mostra todo cálculo que é feito para chegar a essa conclusão e também qual será o valor total da economia. Disponível apenas para Android, traz também um mapa com todos os postos próximos à localização do usuário.

Econoflex

 

App Econoflex
Econoflex | Crédito: Reprodução

 

Disponível para iOS e Android, o app EconoFlex traz apenas a função de verificar o custo-benefício de abastecer com etanol ou gasolina. Ele faz comparações de preços e mostra até que preço de etanol compensa abastecer. 

Carros importados podem ter redução de IPI. Mas só em 2018

Está pensando em comprar um carro importado? Se não tiver nenhuma pressa, você pode adquiri-lo por um preço bem menor do que está hoje. Mas será preciso esperar quase dois anos para isso.

Em 31 de dezembro de 2017, expira o prazo do Inovar-Auto, programa brasileiro para incentivar a produção nacional e sua nova fase pode acabar com o IPI majorado em 30 pontos percentuais para importação de veículos. Com isso, as alíquotas de importação devem retornar aquelas vigentes antes do anúncio do programa, em 2012 – quando os estrangeiros tiveram o índice elevado de 7% para 37%.

A informação foi revelada por Rodrigo Bolina, coordenador geral das indústrias do complexo automotivo do MDIC, Ministério do desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. “É improvável a continuação do IPI majorado na próxima fase do Inovar Auto”, afirma Bolina.

Ele argumenta que a União Europeia e o Japão questionam a Organização Mundial de Comércio (OMC) alegando que o aumento de IPI é na prática uma barreira comercial aos produtos trazidos do exterior.

Para o governo, o IPI majorado de 30% foi pensado em 2011. Na época, o impacto no valor final dos importados foi de 15% em média. Agora, porém, a situação no mercado é diferente. Especialistas esperam ter uma diretriz clara a partir desse ano, a fim de poder criar a base para um novo programa automotivo.

 

Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/materia/carros-importados-podem-ter-reducao-de-ipi