Roubo de cargas: estatísticas brasileiras são alarmantes

Roubo de cargas: estatísticas brasileiras são alarmantes

Entre 57 países analisados, o Brasil ocupa a 7ª posição no ranking do roubo de cargas, aponta pesquisa feita por um comitê de cargas do Reino Unido.

Não é de hoje que as estatísticas preocupam o setor: em 2018, foram registrados 22 mil ataques a motoristas, gerando um prejuízo de cerca de R$ 2 bilhões, de acordo com a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC).

Os altos índices de violência colocam o Brasil como um dos países mais perigosos do mundo para exercer o transporte de cargas, preocupando o governo e os empresários do segmento.

A maior parte dos roubos se concentra no Sudeste (80%), mais precisamente em São Paulo e no Rio de Janeiro (75%). São recordistas a Rodovia Anhanguera, Via Presidente Dutra e Castello Branco. Alguns tipos de carga se destacam como mais visadas pelas quadrilhas criminosas, como alimentos, cigarros, eletrônicos e confecções.

Gerenciamento de riscos e aumento da segurança

O contexto de insegurança faz da tecnologia essencial para frear os roubos de carga no Brasil. A telemetria e o rastreamento veicular têm crescido como tendência para os empresários do transporte, que passam a procurar por centrais de rastreamento que monitorem seus veículos.

Equipamentos de rastreamento, além de fornecerem dados sobre a localização dos veículos, permitem a recuperação de cargas roubadas, sendo a alternativa ideal para conter os números preocupantes.

A Suntech é líder mundial em rastreadores e iscas de cargas, fornecendo a empresas de rastreamento as soluções ideais para seus clientes.

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Fontes: Setcern, Revista Mundo Logística, Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC)