Veja o ranking com os veículos mais visados e roubados no Brasil

Você sabe qual é o carro mais roubado no Brasil? Se apostou no tradicionalíssimo Gol, acertou. Segundo o Índice de Veículos Roubados (IVR) atualizado da Susep (Superintendência de Seguros Privados), órgão que controla e fiscaliza o mercado de seguros no Brasil, o compacto da Volkswagen é o automóvel que possui o maior número de sinistros no país. No entanto, analisando os números, fica fácil compreender o volume por se tratar do veículo com maior frota circulante no país.

Os números absolutos comprovam esta situação ao revelar que a segunda posição é ocupada pelo Fiat Palio 1.0, modelo que brigou por vários anos pela liderança justamente com o Gol. Em terceiro lugar, outro modelo de grande volume, o Fiat Uno. Como curiosidade, entre os 20 mais roubados, há apenas dois modelos fora de linha: Chevrolet Celta e Chevrolet Corsa.

Carros mais roubados: ranking geral de sinistros

Tabela - Mais Roubados

 

 

Todavia, se mudarmos o parâmetro e analisarmos o carro com maior índice de roubos, o líder é Volkswagen Voyage. Nesta análise, o sedã passa a liderar o segmento como o carro mais visado dado o maior índice de roubos na relação direta calculada pela divisão entre o número de sinistros ocorridos e o número daquele modelo segurado. O Fiat Palio Weekend é o segundo proporcionalmente com mais chances de ser roubados, como mostra o índice bem próximo do primeiro colocado. Se observamos os 10 veículos mais propensos, seis modelos são Fiat.

 

Mais visados: Ranking com maior índice modelo / sinistros

Tabela - Os carros mais visados do Brasil

Vale lembrar que a base de dados do Susep contempla apenas veículos que possuem seguro.

Fonte: Susep e UOL

 

Novos botões aproximam carro de avião; veja e conheça as funções

Você, certamente, já deve se perguntado como um comandante de avião não se perde em meio a tantos controles presentes na cabine. São centenas de botões, teclas, chaves e manches responsáveis por cada detalhe do voo. Saiba, então, que é bom se preparar para algo semelhante com seu carro.

Isso porque o painel de carros das novas gerações tende a se assemelhar cada vez ao de naves. E não, não estamos falando apenas de veículos de luxo. Já há modelos desenvolvidos por fabricantes generalistas — como General Motors, Ford e Honda — que contam com muitos componentes tecnológicos embarcados.

Veja o caso do Chevrolet Cruze de segunda geração. Na versão 1.4 turboflex LTZ (R$ 107.450 com todos os opcionais, menos pintura metálica ou perolizada) são mais de 70 controles espalhados por painel, volante, consoles, guarnições das portas, retrovisor e até… na chave.

Mas como usar os novos controles e funções? Para que servem? Escolhemos o Cruze 2017, lançado em maio, pelo fato do modelo ter sido transformado em referência de tecnologia no segmento de sedãs médios. Os ícones dos comandos são, em sua maior parte, padronizados para toda a indústria e o Cruze apresenta praticamente todas as novas funções de auxílio ao motorista, até então só disponíveis para diferentes modelos de luxo.

 

Por que tanto botão?

Se um automóvel dos anos 70 era dotado apenas de ignição, paleta de seta, limpador de para-brisa e, quando muito, um toca-fitas, os carros atuais saem de fábrica com módulos eletrônicos responsáveis por gerenciar diversas assistências — muitas delas dão os primeiros passos na direção do carro autônomo.

O Cruze LTZ “completaço”, por exemplo, conta com comandos de partida remota do motor e abertura do porta-malas; (des)ativação dos controles de estabilidade e tração; habilitação de faróis automáticos com assistente de luz alta; escolhas do ar-condicionado automático e digital com controle eletrônico de temperatura; ativação do assistente de manutenção de faixa e do controle de cruzeiro adaptativo (ACC) com indicador de distância do veículo da frente; de ativação do limpador de parabrisa automático com sensor de chuva; e de início do controle de auxílio de estacionamento em vagas paralelas e perpendiculares.

Todas essas funções precisam ser ligadas/desligadas e gerenciadas pelo motorista, daí a presença de tantos controles espalhados inclusive por retrovisor e teto.

Isso sem falar na central multimídia MyLink com tela tátil expansiva de 8 polegadas que inclui navegador GPS, câmera de ré, projeção de celular via Android Auto e Apple CarPlay, conexão Bluetooth e acesso a diversas configurações do veículo (outras mais estão disponíveis no computador de bordo digital).

O Cruze, especificamente, tem ainda apetrechos de segurança e conforto que atuam sem o condutor sequer perceber, mas isso é tema para outro momento.

Ufa! Como se vê o automóvel moderno estará cada vez mais carregado de equipamentos que demandam ajustes e interação constantes. Se você queria descobrir como um piloto de avião não se perde em meio a tantos controles, fique tranquilo: daqui por diante será possível viver um pouco dessa mesma experiência a bordo de seu próprio carro.

 

Fonte: UOL

Pessoas não terão mais carros em 2025, diz rival do Uber

No futuro próximo, pessoas não comprarão mais carros. Elas utilizarão veículos autônomos de empresas de transporte urbano privado que operam via aplicativo, como o Uber. Quem diz isso é um dos fundadores e atual CEO da rival LyftJohn Zimmer. Para o executivo, dentro de cinco anos as empresas do ramo já terão uma frota de carros que dirigem sozinhos. E dentro de 10 anos, com a comodidade do serviço, as pessoas pagarão uma assinatura e deixarão de comprar carros particulares como os atuais, de dirigir.

Em entrevista à revista Time, Zimmer afirmou que, até 2021, Lyft, Uber e demais concorrentes (como o Cabify) já terão a maioria das corridas feitas com carros autônomos. Segundo o executivo, o banco de dados gerado pelos serviços permitirá prever as principais rotas e pontos de embarque e desembarque dos passageiros. Dessa forma, será possível desenvolver uma rede virtual dentro dos grandes centros, onde os carros estarão conectados e programados para percorrer determinados trajetos, tornando a operação mais confiável.

— Já há corridas hoje feitas com carros autônomos em certas vias e em situações em que há boas condições meteorológicas. Acreditamos que estes carros integrarão uma rede, e nós adotaremos a tecnologia de forma a cobrir mais e mais viagens. Só nos Estados Unidos, as pessoas gastam entre dois e três trilhoes em carros particulares, mas o utilizam em 4% do tempo. Isso não faz sentido algum.

immer também falou sobre a transformação das metrópoles. Enquanto o modelo atual de vida é centralizado no automóvel, uma rede de aluguel de carros autônomos permitirá o redesenho das cidades e um melhor aproveitamento dos espaços públicos. Dessa forma, com o avanço das frotas, o executivo acredita que as empresas passarão a cobrar assinaturas, como ocorre com Netflix e Spotify, o que tende a enfraquecer a ideia de ter um carro, que tem custo anual salgado — hoje em torno de R$ 30 mil (US$ 9 mil) nos EUA.

 

Fonte: R7