Para reduzir custos, Volkswagen quer cortar versões

O escândalo do Dieselgate pode alcançar cifras de quase US$ 40 bilhões em perdas, multas, compensações e correções nos carros com motores diesel EA 189 (1.2, 1.6 e 2.0 TDI), além do V6 3.0 TDI.

Para reduzir custos a fim de quitar essa dívida com o consumidor e com os governos dos países mais afetados, a Volkswagen quer cortar a quantidade de versões e opções de equipamento e acabamento.

O assunto já vinha sendo elaborado antes mesmo da crise, quando a Volkswagen buscava aumentar a rentabilidade, mas agora virou prioridade. A operação nesse caso não será fácil, dada a complexidade da enorme gama da marca alemã e sua infinidade de pacotes, especialmente de opcionais.

Com essa manobra, a Volkswagen espera cortar anualmente quase € 2 bilhões e também evitar demissões. Outra ação é rever os salários mais altos da companhia, um corte que beneficiará as contas da empresa ao longo dos anos. Por ano, a montadora também deixará de investir € 1 bilhão.

 

Fonte: http://goo.gl/EUv5F4

DF: Polícia Federal faz operação para acabar com cartel de combustíveis

Uma operação da Polícia Federal, chamada Operação Dubai, desmascarou um cartel de donos de postos de combustíveis que vinha agindo desde 1994, cobrando preços 20% maiores no Distrito Federal e Entorno.

O percentual sobretaxado era referente à gasolina, mas o etanol era ainda mais inflado, a fim de impedir sua entrada na região, obrigando os motoristas a abastecerem com o derivado de petróleo encarecido.

O grupo movimentava R$ 1 bilhão por ano vendendo 1,1 milhão de litros de gasolina por dia, cujo lucro diário chegava a R$ 800 mil. O cartel ditava os preços e quem não seguia era até perseguido. A PF fez sete prisões preventivas, 25 conduções para depoimentos e 44 buscas e apreensões de documentos.

A máfia instalada fazia com que o consumidor brasiliense pagasse R$ 50 de gasolina, mas levasse para casa apenas R$ 35. Ou seja, 20% de lucro abusivo sobre o preço de mercado, tornando o combustível no DF um dos mais caros do país. Nesse período, o etanol sempre era mantido acima de 70% do valor da gasolina, exatamente para deixar de fora o derivado da cana.

Fonte: Correio Braziliense: http://goo.gl/RVzeCf