Inmetro divulga ranking de consumo de combustível de carros ano 2015

O Inmetro divulgou o ranking de consumo de carros ano 2015 do Programa de Etiquetagem, a lista deste ano possui 587 modelos e 36 marcas.

Os testes são feitos em laboratório, simulando as condições da cidade e da estrada.

O instituto diz que o consumo percebido pelo motorista pode variar de acordo com as condições de uso.

As notas, de A (menor consumo) a E (maior), poderão aparecer numa etiqueta no carro, como aquelas que existem em geladeiras, se a montadora concordar em utilizá-la. Uma nota é para a comparação do consumo do carro com outros de sua categoria e outra, para a comparação geral.

Volkswagen Up! (Foto: Caio Kenji/G1) Volkswagen Up! teve nota AA (Foto: Caio Kenji/G1)
 

SUBCOMPACTOS
Na categoria dos subcompactos, todas as versões do Volkswagen Up!equipadas com motor 1.0 de 3 cilindros e câmbio manual levaram nota máxima tanto na comparação para a categoria como na pontuação geral. Todas elas têm ar-condicionado.

De acordo com a Inmetro, quando abastecido com etanol, o modelo roda, em média, 9,2 km por litro de combustível na cidade, e 10,2 km/l na estrada. Com gasolina, as médias aumentam, respectivamente, para 13,5 km/ e 14,6 km/l.

Para as versões com câmbio automatizado I-Motion, também com motor 1.0 e ar, o rendimento é o mesmo com etanol, porém, ao utilizar gasolina os valores ficam em 13,2 km/l (cidade) e 14,8 km/l (estrada).

Para o novo Cross Up!, a versão “aventureira” do modelo, a relação com etanol é de 9,1 km/l (cidade) e 10,0 km/l (estrada), tanto com câmbio automatizado, como no manual. Com gasolina, o manual faz 13,4 km/l (cidade) e 14,3 km/l (estrada), enquanto o automatizado atinge 13,1 km/l (cidade) e 14,3 km/l (estrada).

Outro a receber nota máxima AA foi o Renault Clio, que possui motor 1.0 de 4 cilindros e câmbio manual em todas as versões. Segundo o Inmetro, as opções com ar-condicionado fazem, com etanol, 9,1 km/l (cidade) e 9,6 km/l (estrada); se abastecidas com gasolina, as médias ficam em 13,1 km/l (cidade) e 14,3 km/l (estrada).

Para as versões do Clio sem ar-condicionado, a média com etanol é de 9,5 km/l (cidade) e 10,7 km/l (estrada), enquanto, com gasolina, chegam a 14,3 km/l (cidade) e 15,8 km/l (estrada).

Apenas com motor a gasolina e câmbio automatizado, o pequeno Smart Fortwo também levou nota AA na categoria, anotando 13,2 km/l, cidade, de 14,2 a 14,4 km/l, para a estrada. O menor consumo em rodovias vale para a versão de 71 cavalos, enquanto o maior para as de 84 cavalos.

 


Ford Ka 1.5 (Foto: André Paixão/G1) Ford Ka 1.5 (Foto: André Paixão/G1)
 

COMPACTOS

Entre os compactos, os modelos que receberam nota AA foram Toyota Etios 1.5, Ford Ka 1.0, Nissan New March, Volkswagen Fox BlueMotion e Honda Fit CVT. Todos foram avaliados com ar-condicionado.

Um dos principais lançamentos para o mercado brasileiro em 2014, o Ka, nas versões com motor 1.0 de 3 cilindros, faz, segundo o Inmetro, 8,9 km/l (cidade) e 10,4 km/l (estrada), quando utiliza apenas álcool. Ao abastecer com gasolina, as médias ficam em 13,0, para trechos urbanos, e 15,1 km/l, ao rodar na estrada.

Para o Fit, as versões que atingiram as notas AA foram as de câmbio automático do tipo CVT, que funciona combinado ao motor 1.5. Quando o etanol for o combustível, a média é de 8,3 km/l (cidade) e 9,9 km/l (estrada); com gasolina, é de 12,3 km/l (cidade) e 14,1 km/l (estrada).

Com motor 1.0 de 3 cilindros e câmbio manual de 5 marchas, o Fox BlueMotion roda 8,8 km/l (cidade) e 9,9 km/l (estrada), isso quando utiliza etanol. Se o combustível escolhido for a gasolina as médias sobem, respectivamente, para 12,7 km/l e 14,4 km/l.

Tanto as opções de motorização 1.0 e 1.6 do Nissan March, agora produzido no Brasil e só utiliza câmbio manual, receberam a classificação máxima em notas do Inmetro quando equipadas. Para o 1.6 com etanol, a média na cidade é de 8,1 km/l e na estrada de 10,0 km/l. Se utilizar gasolina, as marcas mudam, na ordem, para 12,1 km/l e 14,5 km/l.

Já a análise do 1.0 mostra consumo de 8,7 km/l (cidade) e 10,4 km/l (estrada), sempre utilizando etanol. Se a escolha for pela gasolina, as médias vão a 12,5 km/l (cidade) e 14,8 km/l (estrada).

Para completar, o Toyota Etios, com motor 1.5 e câmbio manual de 5 marchas, tem média na cidade de 8,5 km/l e 9,5 km/l na estrada, ao utilizar etanol. Com gasolina, as médias sobrem para 12,2 km/l (cidade) e 13,8 km/l (estrada).

Carro mais vendido no Brasil em 2014, o Fiat Palio levou nota B, tanto na comparação com seus “rivais” na categoria, que inclui o Volkswagen Gol, quanto no geral. Só a versão mais barata, Attractive, foi avaliada, com câmbio manual e ar-condicionado. Com motor 1.0, as médias foram 7,3 km/l na cidade e 9,4 km/l na estrada, quando abastecido com álcool. Com gasolina, 10,8 km/l e 13,6 km/l.

Na 1.4, as médias foram: 7,4 km/l e 9,3 km/l, com etanol, na cidade e na estrada, respectivamente. Com gasolina, 10,8 e 13,5.

Gol teve 14 versões avaliadas, todas com ar-condicionado, menos a inédita Bluemotion, com motor 1.0. Nenhuma obteve nota AA. As mais básicas, Special, City e Trendline, com motor 1.0, anotaram as seguintes médias, na cidade e na estrada, respectivamente: 7,7 km/l e 9,6 km/l com etanol e 11,6 km/l e 13,9 km/l com gasolina. Levaram nota A na categoria e B no geral. Com as mesmas notas, a Bluemotion teve, na cidade, médias 8 km/l e 10,1 km/l com álcool, e 11,8 km/l e 14,9 km/l com gasolina.

Os equipados com motor 1.6 ficaram com nota B, à exceção das versões Rallye (C na categoria e B no geral) e Rallye i-Motion, com câmbio automatizado (D e C).

 


Honda City (Foto: André Paixão/G1) Honda City (Foto: André Paixão/G1)
 

MÉDIOS

Entre os veículos considerados médios na lista, os que levaram AA foram: Honda City, Nissan Versa reestilizado (que será vendido a partir deste mês), o sedã Ford Ka+ 1.0, Lexus CT 200h, Toyota Prius, Toyota Etios Sedan e Hyundai HB20S 1.0.

Do mesmo modo que a versão hatch, o Ka+, atingiu a nota máxima: com motor 1.0 de 3 cilindros, o carro faz 8,9 km/l (cidade) e 10,4 km/l (estrada), quando utiliza apenas etanol. Ao abastecer com gasolina, as médias ficam em 13,0, para trechos urbanos, e 15,1 km/l, ao rodar na estrada.

Outro modelo entre os “médios” a ficar no patamar AA, o City de motor 1.5 e câmbio CVT obteve média de 8,5 km/l (cidade) e 10,3 km/l (estrada), com etanol. Se a escolha for pela gasolina, os números sobem para 12,3 km/l e 14,5 km/l, respectivamente.

Para todas suas versões, tanto com motor 1.0 com 1.6, o Versa também ficou no nível AA de consumo. De acordo com o Inmetro, o motor 1.6 faz consumo de 8,5 km/l (cidade) e 10,4 km/l (estrada), ao utilizar etanol. Se for com gasolina, as médias ficam em 12,6 km/l (cidade) e 15,2 km/l (estrada).

A mesma avaliação feita para o motor 1.0 mostra médias de 8,6 km/l (cidade) e 10,2 km/l (estrada) para o etanol, enquanto a gasolina fica com 12,4 km/l e 14,8 km/l, na ordem, para cidade e estrada.

Os híbridos Lexus CT200h e Toyota Prius, ambos com a mesma base de motorização que combina eletricidade ao motor 1.8 a gasolina e câmbio CVT, ficam com a nota AA. A média é a mesma para os dois: 15,7 km/l (estrada) e 14,3 km/l (cidade).

Utilizando motor 1.5 e câmbio manual, o Etios Sedã faz média, com etanol, de 8,5 km/l, em trechos urbanos, e 9,5 km/l, ao rodar na estrada. Se utilizar gasolina, os números vão para 12,2 km/l (cidade) e 13,8 km/l (estrada).

Para completar a categoria, o HB20S, com câmbio manual e motor 1.0 de 3 cilindros, faz 12,3 km/l (cidade) e 14,4 km/l (estrada), com etanol. Se mudar para gasolina, as médias ficam em 12,3 km/l (cidade) e 14,4 km/l (estrada).

 


Ford Fusion Hybrid (Foto: Divulgação) Ford Fusion Hybrid (Foto: Divulgação)
 

O MAIS EFICIENTE

O Ford Fusion Hybrid, que possui combinação de um motor a gasolina 2.0 16V e outro elétrico, foi único entre os considerados “extra grandes” a obter classificação AA. Segundo a entidade, o sedã faz 16,6 km/l (cidade) e 15,9 km/l (estrada).

Com essas médias, ele é o carro mais eficiente entre os avaliados na lista de 2015, repetindo o título de 2014.

 


OS MAIS ‘BEBERRÕES’

De acordo com o Inmentro, nenhum veículo nas categorias Grande, Utilitário Esportivo Compacto, Utilitário Esportivo Grande, Fora de Estrada, Minivan, Comercial, Carga Derivado e Esportivo alcançou nota máxima AA.

Considerando apenas o desempenho no geral, a pior nota, E, foi dada aos esportivos Ferrari F12 Berlinetta, Maserati Ghibli, Ghibli S, Quattroporte, GranCabrio S, GranCabrio MC, GranTurismo S, Lamborghini Aventador, Lamborghini Huracán, Mercedes-Benz S63 AMG, Porsche 911 Turbo e Turbo S, BMW M4 Coupé e Cabrio, além do Rolls-Royce Ghost, Volvo S60.

Entre os utilitários, levaram E os modelos Mitsubishi L200 Triton 4×2, Pajero 5 portas e Outlander, Kia Sorento, Hyundai Santa Fe 2.5 e 3.4, Audi Q5 e Q7, BMW X4 xDrive 35i, X5 xDrive 35i e X6 xDrive 50i, Jeep Grand Cherokee e Wrangler, Land Rover Range Rover Vogue, Jaguar XJ, Chyrsler Town & Country, Dodge Journey, Volvo XC60 e Jinbei Van e Topic.
 

 

Fonte: http://migre.me/osu1Q

‘Populares’ não são os carros mais financiados do Brasil

Os carros de entrada, conhecidos mais como “populares”, não são mais a categoria de 0 km com o maior número de vendas a crédito no Brasil.

De acordo com dados da Cetip divulgados nesta segunda-feira (2), os hatches pequenos representaram 29% dos veículos novos financiados em 2014, ante 27% dos modelos de entrada.

Em 2011, os carros “mais baratos” (e “pelados”) eram 37% das unidades compradas por meio de Crédito Direto ao Consumidor (CDC), consórcio ou leasing.

No mesmo ano, os hatches pequenos acumulavam 19%. A diferença caiu ano a ano, até o empate em 2013, com 28% cada.

Líder no geral, o Fiat Palio foi o mais financiado entre os “populares”, à frente de Volkswagen Gol, Fiat Uno, Volkswagen Up! e Ford Ka.

 

Chevrolet Onix (Foto: Divulgação) Onix no maior segmento agora (Foto: Divulgação)
 

O Chevrolet Onix liderou na categoria superior, seguido por Hyundai HB20, Ford Fiesta, Volkswagen Fox e Renault Sandero, nesta ordem.

 

Sedãs
Em 2011, os sedãs pequenos tinham uma fatia de 18% das vendas a crédito – volume que cresceu para 21% em 2014.

A Fiat também levou a primeira posição na categoria, com o Siena, seguido pelo Chevrolet Prisma em segundo e o Volkswagen Voyage em terceiro.

 

Fonte: http://migre.me/ostGQ

Mais seguros, 9 carros têm zero morte em acidentes nos EUA

Com o avanço de tecnologias de assistência e segurança, pela primeira vez na história, 9 modelos ostentam taxa zero de morte de condutores em acidentes durante 3 anos nos Estados Unidos, de acordo com pesquisa divulgada pelo Insurance Institute for Highway Safety (IIHS), organização sem fins lucrativos mantida por seguradoras americanas.

 

MORTE ZERO (em 3 anos)

Audi A4 4WD

Honda Odyssey

Kia Sorento 2WD

Lexus RX 350 4WD

Mercedes-Benz GL 4WD

Subaru Legacy 4WD

Toyota Highlander Hybrid

Toyota Sequoia

Volvo XC90

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O instituto levantou os números de vítimas fatais por modelos entre 2009 e 2012. Para fazer parte da lista, foi necessário ter pelo menos 100 mil unidades licenciadas no país durante o período ou um mínimo de 20 mortes registradas.

Entre os veículos mais seguros, além de serem maioria os de luxo, o domínio dos utilitários esportivos, ou SUVs, foi surpreendente. Os modelos base são ano 2011.

Kia Sorento 2WD, Lexus RX 350, Mercedes-Benz Classe GL, Toyota Highlander Hybrid, Toyota Sequoia e Volvo XC90 não apresentaram nenhuma morte de motoristas nos 3 anos pesquisados.

De acordo com o IIHS, há uma década os SUVs tinham as maiores taxas de risco porque tinham grandes chances de capotamento, mas a adoção do controle eletrônico de estabilidade cortou o índice de vítimas fatais em cerca de 75%.

Atualmente, a categoria de utilitários esportivos é a mais segura para os motoristas nos EUA. “Com algumas exceções, os índices de morte tendem a cair à medida em que o carro fica maior”, afirmou a entidade.

Entre os 19 mais bem cotados, apenas 5 não são SUVs, conforme o estudo. Os outros 3 modelos com zero morte são os sedãs Audi A4 e Subaru Legacy, além da minivan Honda Odyssey.

 

Piores
Os carros subcompactos e compactos são os que oferecem mais risco aos condutores. A maior taxa ficou com o Kia Rio, que não é comercializado no Brasil. O modelo registrou 149 vítimas fatais para cada 1 milhão de unidades registradas.

 

Kia Rio é o pior, segundo estudo (Foto: Divulgação)Kia Rio é o pior, segundo estudo (Foto: Divulgação)

 

Em segundo lugar aparece o modelo 2011 do sedã Nissan Versa (130), cuja nova geração começa a ser feita no Brasil, seguido pelo Hyundai Accent (120).

Entre os 19 piores resultados, apenas 6 não são considerados compactos ou subcompactos, lembrando que a classificação americana é diferente.

Por lá, Honda Civic e Ford Focus são pequenos, embora sejam “médios” no Brasil. Ambos os modelos figuram na lista de altas taxas de mortes, com 76 e 70 por milhão de unidades, respectivamente.

Apenas um esportivo por natureza aparece entre os menos seguros. É o Chevrolet Camaro cupê, que ficou com o 6º pior índice de vítimas fatais (80 por milhão de unidades).

 
 

 

Avanços
Segundo o IIHS, o aumento da segurança nos automóveis passa principalmente por legislações, que obrigam as montadoras a elevar o nível do seus produtos.

Por exemplo, a Suécia tem um plano de “morte zero” em vigor desde 1997. No Brasil, airbags e freios ABS passaram a ser obrigatórios em 2014.

Os consumidores ganham cada vez mais importância, desde que os testes de colisão começaram a ser divulgados. O instituto realiza o levantamento períodico por modelos desde 1989.

“O fim das mortes no trânsito ainda está algumas décadas distante, e chegar lá exigirá mudanças nas estradas e políticas públicas, além das melhorias nos automóveis”, afirmou em nota David Zuby, vice-presidente executivo da IIHS.

 
Fonte: http://migre.me/osqE7

Carro zero deverá ter só cinto de 3 pontos a partir de 2020

A partir de 2020, todos os carros zero quilômetro deverão ter apenas cintos de segurança de 3 pontos, e não mais os abdominais, para todos os ocupantes. Também será obrigatório apoio de cabeça em todos os assentos. A medida foi anunciada em resolução do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

 

Os três apoios de cabeça no banco traseiro podem ser recolhidos para não prejudicar a visibilidade do motorista. (Foto: Milene Rios/G1)
Apoios de cabeça no banco traseiro serão
obrigatórios a partir de 2020 (Foto: Milene Rios/G1)
 

Antes disso, a partir de 2 de fevereiro de 2018, modelos inéditos de carros já deverão sair apenas com esse tipo de cinto e com apoios de cabeça em todos os bancos.

A lei atual obriga o cinto de 3 pontos para os passageiros da frente e os laterais do banco de trás. Esse tipo de cinto ainda é raro no assento do meio do banco traseiro, onde a maioria das montadoras utiliza cinto abdominal. O mesmo ocorre com os apoios de cabeça.

Isofix

Além do tipo de ancoragem, também será obrigatória a adoção de, pelo menos, um ponto de fixação Isofix ou Latch nos bancos traseiros, para carros, camionetas ou utilitários. Em esportivos de duas portas ou conversíveis, se não houver possibilidade da fixação no banco traseiro, o ponto de ancoragem deverá ser no assento dianteiro do lado do passageiro.

 

Fonte: http://migre.me/ost86