Entenda como funciona o radar tipo pistola

Assunto que não agrada 90% das pessoas, pois seu impacto reflete no bol$so da pessoa. Todavia equipamento de alta tecnologia, que permite uma fiscalização mais eficaz. A pessoa que ultrapassa os limites de velocidade de uma via, além de colocar sua própria vida em risco, coloca a de terceiros, e esses terceiros, pode ser vc e sua família. Pense bem antes de criticar, pois a velocidade que emociona é a mesma que mata.

Entre no link e assista ao vídeo: http://migre.me/onu6v

Agressividade em tempos de implantação de ciclovias

Passei os últimos anos da minha vida gritando por ciclovias e por respeito no trânsito. Pra minha grata surpresa, o prefeito Fernando Haddad ( PT) começou um projeto de implantar 400km de ciclovias na cidade de São Paulo. Venho acompanhando de perto a implementação, assim como convivendo com o aumento da agressão nas ruas.

Têm sido cada vez mais frequentes as agressões gratuitas de motoristas, seja de táxi ou automóvel particular, o que me fez começar um diário no meu blog pessoal, relatando o número de vezes que me agridem de alguma maneira, seja verbalmente ou fisicamente. Me mandam pra calçada quando estou na rua, me mandam pra rua quando uso a calçada com meu filho (onde não tem ciclovia) e, principalmente me mandam para a ciclovia – onde ela não existe. Todo dia. “Mas aqui não tem ciclovia”, respondo. “Então vai onde tem uma!”

Não costumo filmar essas discussões, mas hoje estava voltando de um trabalho com o equipamento na mochila,  e consegui pegar a câmera a tempo de registrar.

Na Rua dos Pinheiros, eu fotografava com o celular os ciclistas na minha frente. O trânsito estava parado e só nós conseguíamos nos locomover com facilidade. Um dos ciclistas fotografados era uma amiga, que carregava flores no bagageiro. Paramos no semáforo ATRÁS DE UM TÁXI e começamos a conversar. O taxista colocou a cabeça pra fora, olhou pra trás e começou a nos mandar pra ciclovia. “Vai pra faixa lá na outra rua”, gritou (com um “bem longe de mim” implícito na frase). A rua em questão era a Artur de Azevedo, paralela à rua dos Pinheiros, onde estávamos. “Mas eu tô indo pro outro lado, o que eu vou fazer lá?”.

Abriu o semáforo, cruzamos a Pedroso de Moraes e acabou a bateria do meu celular. Peguei a câmera na mochila e registrei neste vídeo a discussão completamente gratuita.

Leia mais: http://migre.me/onu42